Marilene Saade foi às redes sociais nesta semana soltar o verbo sobre as filhas de Stênio Garcia. O motivo: segundo ela, as herdeiras estariam impedindo o ator, de 94 anos, de exercer o direito de usufruto sobre bens que já foram transferidos para o nome delas.
Nos vídeos, Mari foi direta. Chamou a situação de “crueldade com um idoso de 94 anos” e deixou claro que o marido tem respaldo legal para usar esses bens enquanto viver. Usufruto, no caso, é justamente isso: a propriedade passa para outra pessoa, mas o direito de uso continua com quem transferiu. Se o que Mari descreve é verdade, as filhas estariam ignorando uma garantia jurídica do próprio pai.
O desabafo veio carregado. Ela não poupou palavras, não deixou subtexto e foi bem além de um relato de família: nomeou o que considerou uma violação de direitos, jogou o episódio na praça pública e colocou as filhas do ator no centro da narrativa.
Stênio Garcia é um dos atores mais conhecidos da televisão brasileira, com décadas de carreira na Globo. A relação dele com Mari Saade, que é bem mais nova, já gerou uma quantidade generosa de comentários ao longo dos anos. Mas o que está no ar agora vai além de diferença de idade ou opinião sobre o casamento.
A internet pegou os vídeos e foi. Parte dos comentários mirou nas filhas, questionando como uma situação assim chegou a virar disputa pública. Outra parte foi na linha de que o assunto deveria ter ficado longe das câmeras. Ninguém ficou neutro.
O que complica o ângulo das filhas é exatamente o que Mari pontuou: não é uma questão de preferência pessoal ou briga familiar qualquer. Usufruto tem previsão no Código Civil brasileiro. Se o direito existe em contrato e está sendo bloqueado na prática, isso vira processo, não só treta de família.
Ainda não há confirmação pública das filhas de Stênio sobre o que foi dito. A versão delas, até agora, não chegou às redes.
Vai dizer que alguém esperava chegar em 2026 vendo a esposa de Stênio Garcia processar o assunto ao vivo no Instagram antes de qualquer advogado falar.






