A cobertura da Copa do Mundo tem tudo: gol, emoção, susto. Nesta sexta-feira, 19 de junho de 2025, a repórter Monique Danello, da TNT Sports, adicionou um elemento a mais a essa lista: rato morto.
Ela estava ao lado do narrador André Henning em Nova Jersey, fazendo uma entrada ao vivo, quando esbarrou na criatura. A reação foi capturada pela câmera e, claro, foi direto pras redes sociais.
O que chamou atenção foi justamente o contraste: Monique levou o susto, processou a cena em tempo real e seguiu a transmissão. Câmera ligada, microfone aberto, rato no chão. A cobertura continuou.
Ninguém comentou mais sobre o placar naquele momento.
Os prints e clipes se espalharam rápido. A maioria das reações foi na linha de “isso só podia acontecer numa transmissão ao vivo” e “a mulher não largou o microfone, respeito”. Tem gente que tá revisitando o vídeo mais vezes do que os gols do dia.
Vale lembrar que Nova Jersey, sede de alguns jogos desta Copa, não é exatamente um estúdio controlado. Coberturas externas têm seus riscos, e aparentemente “fauna local” entrou no rol de imprevistos que o manual de jornalismo esportivo ainda não contemplou direito.
Monique Danello virou o assunto do dia sem precisar de polêmica, sem precisar de climão com colega de bancada. Um rato morto fez o trabalho.
Profissionalismo tem várias definições. Uma delas é essa: você vê o rato, respira, e continua a entrada.






