Mulher Melão chama Gkay de “ingrata” e rebate polêmica dos R$ 300 mil no Salgueiro

Mulher Melão chama Gkay de "ingrata" e rebate polêmica dos R$ 300 mil no Salgueiro

Renata Frisson, a Mulher Melão, decidiu que o silêncio não era uma opção. Diretora do quadro de musas do Salgueiro, ela veio a público rebater a versão que circulou sobre a saída de Gkay da escola, que incluía uma suposta cobrança de R$ 300 mil para que a influenciadora continuasse no posto.

A versão que viralizou, publicada pelo portal Leo Dias, dizia que Gkay teria sido surpreendida com esse valor e preferiu deixar a agremiação. Renata contestou direto ao jornal O Globo: os R$ 300 mil nunca foram uma exigência. O valor teria sido mencionado como referência de captação de patrocínio via musas para projetos sociais da escola, uma iniciativa que a própria Bruna Griphao vinha tentando viabilizar desde 2025.

Ou seja, na leitura de Mulher Melão, não era uma conta pra Gkay pagar. Era uma conta que Gkay poderia ajudar a levantar.

E foi aí que entrou a palavra que todo mundo parou pra ler: “ingrata”. Renata revelou que usou o termo na conversa com a influenciadora, deixando claro que a versão pública não traduzia o que foi discutido nos bastidores. A sensação que ficou, ao menos do lado do Salgueiro, é que Gkay pulou fora antes de qualquer negociação de verdade acontecer.

Vale lembrar que Gkay anunciou a saída no último sábado 29 sem mencionar valores, negociações ou desentendimentos. A nota foi curta, seca, do tipo que levanta mais pergunta do que responde. Aí veio o Leo Dias com os R$ 300 mil, aí veio Mulher Melão com o “ingrata”, e aqui estamos.

Vou falar uma coisa: chamar alguém de ingrata em conversa reservada e depois confirmar isso pra imprensa é um movimento de quem não estava nem um pouco satisfeita com o encerramento da história.

Gkay tinha estreado como musa do Salgueiro em 2026. Durou o suficiente pra virar capa, mas não o suficiente pra virar tradição. Mulher Melão segue no posto, com a versão dela na mesa e o adjetivo já registrado.

Dois lados, uma palavra de peso e R$ 300 mil que, dependendo de quem conta, existem ou não existem.