A família que virou reality show por ser “disfuncional mas unida” está, agora, simplesmente desunida. Segundo a revista Heat, Sharon e Kelly Osbourne estão praticamente sem se falar, pouco mais de um ano após a morte de Ozzy Osbourne.
O estopim, pelo menos o mais recente, foi político. Kelly tornou público seu desconforto com o apoio da mãe ao ativista de extrema-direita Tommy Robinson, deixando claro em entrevista que não compactua com os posicionamentos de Sharon. A mãe, por sua vez, teria ficado devastada com a exposição pública da briga.
Fontes próximas à família descrevem o clima atual como de “total desconexão”. Sharon teme um afastamento definitivo da filha caçula, que já é uma das poucas que sobraram perto dela nesse período de luto.
Vai dizer que ninguém esperava que a morte de Ozzy viesse acompanhada de uma implosão familiar. A família Osbourne construiu uma carreira inteira em cima do caos doméstico filmado, mas aparentemente havia um fio de contato que o reality não pegou e o luto está cortando.
O que chama atenção é o timing. São 14 meses de luto e, nesse intervalo, o que deveria ser um período de aproximação virou palco de afastamento. A política entrou pela janela quando a dor ainda estava fresca, e esse tipo de combinação raramente termina bem.
Sharon Osbourne perdeu o marido de décadas e agora corre o risco de perder o contato com a filha. Kelly, por outro lado, escolheu não engolir a contradição só porque o momento pedia silêncio.
A família mais caótica da TV internacional finalmente encontrou um caos que não dá pra editar em 22 minutos de episódio.






