Sharon Stone foi ao podcast Breakdown e abriu o jogo sobre a vida amorosa com uma honestidade que poucos esperam de uma atriz de Hollywood: ela está celibatária há bastante tempo e não tem pressa nenhuma de mudar isso por qualquer um.
“Eu sou uma namorada muito boa, mas faz muito tempo que não sou namorada. Já namorei caras ruins e caras bons. Já tive sorte, azar e nenhuma sorte”, disse ela, com o tipo de balanço que a gente só consegue fazer quando realmente não tem mais nada a perder sendo sincero.
A decisão de ficar longe de relacionamentos casuais veio de um certo cansaço. Não é burnout, é critério mesmo. Sharon explicou que chegou num ponto em que prefere esperar por alguém especial do que se envolver em encontros que não vão a lugar nenhum. “Estou celibatária há bastante tempo porque cheguei ao ponto em que só quero estar com alguém por quem eu tenha carinho”, afirmou.
O que ela quer agora tem nome: companhia de verdade. Com os filhos já crescidos, Sharon disse que busca alguém que seja parceiro, que construa algo ao lado dela. A palavra que ela usou foi “companheiro”, e vou falar uma coisa, essa palavra carrega muito peso quando vem de alguém que claramente já tentou de todos os jeitos.
Tem algo curiosamente refrescante em ver uma atriz no nível de Sharon Stone admitir que o mercado amoroso não foi gentil com ela. Hollywood gosta de narrativas arrumadas: divórcio, rebranding, novo namorado fotogênico em seis meses. Ela está na outra direção, e está bem assim.
O celibato virou o novo padrão dela, não uma fase de transição.
Resta saber se o “grande amor” que ela está esperando vai aparecer ou se Sharon vai chegar aos 70 sendo a mulher mais interessante da sala e o problema vai continuar sendo dos outros.






