Tainá Militão gravou um vídeo esta semana para falar sobre algo que, segundo ela, virou rotina desde que anunciou a gravidez: ataques nas redes. A influenciadora, que espera o primeiro filho com o zagueiro Éder Militão, disse que “nunca viu tanto ódio” e anunciou que vai partir para bloqueio em massa de perfis que atacam ela e o bebê.
O desabafo veio na quarta-feira 17, com tom de quem já esgotou a paciência faz tempo. Tainá não entrou em detalhes sobre o teor específico dos comentários, mas deixou claro que a situação chegou num ponto em que ignorar virou opção descartada. A medida anunciada foi direta: bloquear sem dó.
Vou falar uma coisa: atacar gestante nos comentários já virou um esporte tão comum que a internet nem estranha mais. O que chama atenção aqui é o volume que chegou a ponto de ela gravar um vídeo público para comunicar a decisão, como se o bloqueio precisasse de nota oficial.
Tainá e Éder vivem uma relação que já nasceu sob holofote. O jogador, que defende o Real Madrid, tem histórico de relacionamentos que a imprensa acompanhou de perto, e a chegada da gravidez acendeu aquele tipo de comentário que todo mundo sabe qual é mas ninguém precisa explicar. A influenciadora claramente resolveu não deixar barato.
O vídeo repercutiu porque ela foi direta: sem choro performático, sem textão. Só o relato do que estava acontecendo e a medida tomada. Esse tipo de postura tende a gerar dois grupos nos comentários: os que aplaudem e os que acham que “quem escolheu a vida pública tem que aguentar”. Spoiler: esse segundo grupo costuma ser exatamente o que vai ser bloqueado.
Grávida, exposta e com a caixa de entrada servindo de lixeira alheia. O bloqueio em massa é pouco.






