Tainá Militão postou um vídeo no Instagram nos últimos meses de gestação e foi bem direta sobre o que estava sentindo: tremores, choro, falta de ar e uma sensação de medo que ela mesma não conseguia explicar de onde vinha.
“Ontem, eu tive uma crise de ansiedade muito forte. Eu não parava de me tremer, chorei muito, fiquei com falta de ar, uma sensação de medo, desespero que eu não conseguia explicar da onde estava vindo”, contou ela, que espera Gabriel, seu primeiro filho com Éder Militão.
Não foi a primeira vez. Tainá disse que convive com ansiedade há anos e que já passou por episódios parecidos, mas que fazia tempo que não tinha algo assim tão intenso. Ela menciona terapia e fé como os dois pilares que a ajudaram a atravessar os momentos mais difíceis.
O que chama atenção no vídeo é a ausência de filtro. Sem o framing de “superei tudo e estou bem agora”, sem moral da história embrulhada em laço. Ela postou o relato no meio do processo, ainda tremendo metaforicamente, e isso faz diferença.
Tainá também é mãe de Helena e Matteo, filhos do relacionamento anterior com Léo Pereira. Ou seja, não é a primeira gravidez, e a ansiedade apareceu assim mesmo. Isso, sozinho, já desmonta aquela ideia de que experiência prévia resolve o medo de vez.
A internet foi nos comentários confirmar que reconhecia cada palavra. Muita gente relatando o mesmo: a crise que chega sem aviso, o corpo que reage antes da cabeça entender o que está acontecendo. Falar sobre saúde mental na gravidez ainda é tratado como fraqueza em vários círculos, então um relato assim circula.
Literalmente uma das coisas mais honestas que aparecem por aí quando o assunto é maternidade real, sem a versão curada de barriga redonda e sorriso de foto de ensaio.
A gestação segue, Gabriel está a caminho, e Tainá aparentemente preferiu documentar o caminho inteiro, inclusive as partes que tremem.






