Virginia Fonseca começou a manhã de terça-feira, 28 de julho, divulgando um kit de body splash da We Pink para o Dia dos Pais. O que parecia uma divulgação comum virou um momento de confissão ao vivo nos Stories do Instagram.
A influenciadora lembrou que o pai faleceu dias depois da inauguração da marca, sem ver o que a We Pink se tornaria. “Eu inaugurei a We Pink dia 16 e dia 19 ele faleceu”, ela contou, visivelmente emocionada. “E ele gostava muito de perfume. Eu queria tanto que ele estivesse vivo para ele poder ver, eu tenho certeza que ele ia amar.”
E aí veio a frase que parou a rolagem: “Daria tudo para ter ele comigo.”
Ninguém estava esperando isso numa divulgação de body splash às nove da manhã.
Virginia tem mais de 56 milhões de seguidores no Instagram e já virou rotina as pessoas acompanharem sua vida em tempo real, de viagens a bastidores de marca. Mas esses momentos de vulnerabilidade são os que realmente travam o dedo no story. A emoção genuína num contexto de post comercial cria um contraste que as redes absorvem diferente, e os comentários foram todos na linha de apoio e identificação, muita gente lembrando de perdas próprias junto com ela.
Tem algo no timing aqui que pesa. O Dia dos Pais chegando, uma campanha de perfume, e a memória de um pai que gostava de perfume mas não estava lá para receber nenhum. Não é preciso forçar nenhuma interpretação, o próprio cenário já faz o trabalho.
Virginia não é conhecida por esconder o que sente, mas mesmo para os padrões dela esse foi um momento fora do script. A We Pink existe, em parte, como uma construção do legado da família, e a ausência do pai dentro dessa história aparece de vez em quando com esse peso específico.
O post de divulgação virou registro de luto. E todo mundo parou para ver.






