Uma mulher identificada como Kátia apareceu nas redes reclamando que as lives de Gabily estão atrapalhando o sono dos moradores do condomínio onde a streamer mora. Barulho de madrugada, vizinhos acordados, aquele cenário clássico de “minha rotina não é a sua rotina”.
Kátia foi direta: as transmissões da Gabily, que costumam ir pela madrugada, estariam incomodando quem divide o prédio com ela. O tipo de situação que começa com uma reclamação no grupo do condomínio e termina no Instagram de todo mundo.
O detalhe curioso é que a vida de streamer não tem muito respeito por fuso horário ou por vizinhos que trabalham às oito da manhã. A audiência quer conteúdo, a câmera fica ligada, e o apartamento ao lado sofre as consequências. É uma conta que mais gente vai ter que aprender a fazer conforme o mercado de lives cresce.
Gabily se manifestou e anunciou uma medida para resolver o problema, sinalizando que vai ajustar a dinâmica das lives para não atrapalhar mais quem mora perto. Basicamente: a Kátia falou e funcionou.
Vai dizer que nunca imaginou que o maior desafio de ser streamer profissional seria conseguir um vizinho que durma bem.
No fim das contas, a Kátia fez o que o síndico não fez.






