A Xuxa fez um show em São Paulo e, de repente, metade da indústria do entretenimento brasileiro estava na plateia. Fernanda Paes Leme, Carla Diaz e uma lista considerável de famosos apareceram na edição desta ano para assistir à rainha dos baixinhos ao vivo.
Isso tem uma lógica. Xuxa é um desses fenômenos que atravessa décadas sem precisar de rebranding. Quem cresceu nos anos 80 e 90 tem memória muscular de “Ilariê” e de acordar cedo no sábado. Quando ela anuncia um show, não é só ingresso que vende: é uma espécie de chamado coletivo.
O que chama atenção é o nível do público VIP. Não é qualquer artista que consegue reunir celebridades de diferentes nichos numa mesma arena sem ser casamento ou premiação. Xuxa consegue. A nostalgia, quando é genuína, tem esse poder logístico.
Fernanda Paes Leme foi uma das mais fotografadas da noite, o que não surpreende ninguém que acompanha o circuito de eventos em SP. Carla Diaz também marcou presença, e ambas entraram nos registros que rodaram nas redes logo depois do show.
Vou falar uma coisa: tem algo meio irresistível em ver gente famosa virando fã na plateia. Aquela coisa de celebridade que larga o personagem público por duas horas e só quer cantar junto. O show da Xuxa parece ter esse efeito.
A lista de famosos presentes ainda circula nos comentários, com gente adicionando nomes que a imprensa ainda não tinha contabilizado. O algoritmo adorou: fotos da plateia VIP performaram tão bem quanto os registros do palco.
Xuxa não precisou de feat, de trend, de feat com funkeiro ou de polêmica para lotar um show e atrair a nata do entretenimento nacional. Chegou, cantou as músicas que todo mundo já sabia de cor, e foi embora com a noite.
Rainha dos baixinhos e, aparentemente, dos famosos também.






