A abertura da Copa do Mundo de 2026 aconteceu no último dia 12 de junho, no SoFi Stadium, e Anitta estava lá. No palco. Com Rema e Lisa. Performando de um jeito que fez a web brasileira agir como se tivesse ganho a Copa antes do primeiro apito.
A cerimônia foi a terceira e última abertura do torneio, e a presença dela não foi enfeite: Anitta entregou performance completa, figurino alinhado com o nível dos outros dois artistas no palco, e aquele tipo de presença de palco que não se explica muito bem mas que faz todo mundo parar de fazer o que estava fazendo.
Vale lembrar o contexto. Rema é um dos maiores nomes do afrobeats no mundo. Lisa é a ex-BLACKPINK que hoje opera em outra dimensão de fama global. Anitta estava ali no meio, representando o Brasil num evento que é literalmente o maior do planeta. Sem convite de cortesia, sem participação relâmpago: estava no elenco.
A internet brasileira, que às vezes demora pra dar o braço a torcer, foi razoavelmente unânime dessa vez. Os comentários foram na linha de “ela merecia esse momento” e “ninguém pode tirar isso dela”, que, vindo da web, é praticamente uma medalha.
Pra quem acompanha a carreira dela há alguns anos, virou quase um exercício de paciência: quantos “check” Anitta ainda vai dar na lista de conquistas internacionais antes de alguém parar de tratar isso como surpresa? Billboard, Coachella, colaborações com artistas internacionais, e agora Copa do Mundo. A lista vai ficando longa.
O figurino também foi comentado. Visual coordenado com o resto do elenco, sem abrir mão de uma identidade própria, que é exatamente o tipo de coisa que separa quem foi chamado pra completar o número de quem foi chamado pra aparecer.
Literalmente mais um gol marcado fora de casa. E dessa vez com câmera de transmissão global apontada pro rosto.






