A Copa do Mundo de 2026 começou oficialmente no Estádio Azteca, na Cidade do México, e a cerimônia de abertura trouxe Burna Boy, Belinda, J Balvin e mais. Mas vamos ser honestos sobre quem dominou os prints.
Shakira subiu ao palco e a internet entrou em colapso organizado. A cantora colombiana, que há alguns anos transformou uma separação turbulenta em catálogo de hits mundiais, escolheu a maior festa do futebol do planeta pra lembrar todo mundo que palco grande é o habitat natural dela.
A apresentação no Azteca foi o tipo de coisa que faz a galera pausar o vídeo, voltar trinta segundos e pausar de novo. Visualmente, Shakira entregou o que o público foi lá esperar: presença de sobra, coreografia que ninguém na plateia vai conseguir replicar em casa e aquela coisa específica dela de parecer que está se divertindo mais do que qualquer pessoa no estádio.
O contexto importa aqui. A Copa de 2026 é sediada por três países, México, Canadá e Estados Unidos, e a abertura no Azteca tinha o peso de representar toda a América Latina nessa equação. Trazer Shakira não foi acidente de casting.
A cerimônia misturou elementos da cultura mexicana com os artistas internacionais, e Belinda garantiu a representação local com a torcida do lado. Mas a ordem dos comentários nas redes foi bem clara quanto a quem roubou o assunto.
Vou falar uma coisa: tem artistas que fazem cerimônia de abertura e tem artistas que são a cerimônia de abertura. Shakira não dividiu o palco com o evento, ela virou o evento.
Os prints já estão nos stories antes do apito inicial. A Copa de 2026 começou, tecnicamente, com futebol. Na prática, começou quando ela entrou no Azteca.
Shakira apareceu numa Copa do Mundo e saiu com o troféu que não estava em disputa.






