A Secretaria de Patrimônio da União suspendeu os registros de quatro imóveis de Willer Tomaz na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Um deles é justamente a propriedade que entrou na disputa judicial com Richarlison, atacante do Tottenham.
A medida foi divulgada nesta sexta-feira, 6 de maio de 2026, e atinge terrenos que, por enquanto, ficam travados no sistema. A SPU diz que a ideia é impedir transferências de posse enquanto apura possíveis irregularidades nas autorizações de ocupação da área.
O detalhe que faz a notícia andar sozinha é a combinação de governo, praia privativa e briga patrimonial. Willer Tomaz já é investigado pelo STF ao lado de Flávio Bolsonaro por suspeita de lavagem de dinheiro, e agora vê os registros dos imóveis entrarem na mira administrativa também. Olha o nível do pacote.
A decisão atende a uma representação administrativa da deputada federal Tabata Amaral, que acionou a SPU sobre o caso. A própria secretaria afirmou que a suspensão temporária serve para restringir eventuais transferências de posse dos imóveis da União onde as construções foram erguidas.
No fim, a ilha que já tinha virado assunto por causa de Richarlison ganhou mais uma camada de dor de cabeça burocrática. Quando a papelada trava, até o litoral entra em modo avião.






