Treze anos depois de sumir dos palcos, o Kid Abelha voltou. Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato se reencontraram no trio original e estrearam a retomada nesta sexta-feira, 12 de junho de 2026. E Paula não chegou quieta: prometeu um “setlist matador” com canções que a banda nunca tocou ao vivo em toda a carreira.
Isso é uma promessa de peso pra uma banda que existe desde os anos 80, com catálogo enorme e fã base que cresceu decorando cada faixa de disco. Músicas inéditas em show, depois de 13 anos de hiato, num repertório que já começa sendo chamado de matador pela própria vocalista. Vou falar uma coisa: as expectativas estão altíssimas e a conta vai chegar no palco.
Paula Toller é daquelas presenças que envelheceram sem pedir licença. Com mais de quatro décadas de carreira, ela continua sendo o tipo de figura que faz o público parar pra olhar antes mesmo de abrir a boca. A volta do trio é também a volta dela no centro do palco, e essa combinação gerou uma movimentação nos comentários que mistura nostalgia com aquela curiosidade de quem quer ver se a promessa se sustenta.
A questão mais comentada agora não é só o retorno em si, é o que exatamente entra no tal setlist. A banda tem faixas que ficaram nos discos por décadas e nunca ganharam versão ao vivo. Toller não entregou a lista completa, o que só aumenta a tensão. Quem for ao show vai descobrir na hora. Quem não foi vai depender dos registros da plateia.
Kid Abelha nunca foi uma banda de fazer barulho por barulho. O retorno veio com formação original, sem substituições, sem polêmica de bastidor até agora. O que tem é uma promessa concreta, feita pela vocalista antes do primeiro acorde, e isso é suficiente pra transformar qualquer show em prova.
Treze anos de hiato e a primeira declaração pública já foi “setlist matador”. Agora o palco responde.






