Mãe de Maria Eduarda quebra silêncio após morte em rope jump: “Maldita corda”

Mãe de Maria Eduarda quebra silêncio após morte em rope jump: "Maldita corda"

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos e foi fazer rope jump no interior de São Paulo. A corda de segurança não estava presa. Ela caiu de aproximadamente 40 metros de altura e não sobreviveu.

Depois que a notícia do acidente se espalhou, a família ficou em silêncio por alguns dias. Agora, a mãe de Maria Eduarda se manifestou pelas redes sociais num desabafo que está circulando bastante. “Maldita corda te levou pra sempre”, escreveu ela na publicação. O irmão da jovem também prestou homenagem nas redes.

O que chama atenção nessa história, além da tragédia óbvia, é o detalhe que torna tudo mais absurdo: o equipamento de segurança que deveria estar ali simplesmente não estava. Rope jump é uma atividade de risco controlado, e a palavra-chave nessa frase é “controlado”. Quando o controle falha, cai quem não deveria cair.

A atividade aconteceu num ponto do interior paulista e, até agora, as circunstâncias exatas de como a jovem entrou no equipamento sem a corda devidamente fixada ainda estão sendo apuradas. O caso gerou investigação, e a empresa responsável pelo evento está no centro das perguntas que todo mundo quer responder.

Vou falar uma coisa: existe um tipo de dor que não cabe em nota de pesar, e a publicação da mãe de Maria Eduarda deixou isso muito claro. Não foi um comunicado. Foi alguém falando com a filha que sumiu de um jeito que não faz sentido nenhum.

A imagem da família prestando homenagem nas redes enquanto o caso ainda está sendo investigado diz muito sobre como certas tragédias viram rotina de noticiário antes mesmo de ter resposta. A pergunta de quem autorizou aquele salto sem checagem adequada ainda não foi respondida publicamente.

Maria Eduarda foi fazer uma atividade de aventura. A corda que deveria segurar a vida dela não segurou nada.