Maria Eduarda Rodrigues foi lançada sem corda durante um salto de rope jump no interior de São Paulo. A enfermeira Rayza Dias foi uma das primeiras pessoas a chegar até ela no chão, e agora descreveu, em detalhes, o que encontrou.
Rayza contou que Maria Eduarda estava consciente no momento do socorro. A jovem conseguia falar e chegou a ter uma conversa com a enfermeira enquanto os primeiros atendimentos eram feitos. O estado era grave, mas ela respondia.
A profissional detalhou os procedimentos que aplicou no local antes da chegada do socorro especializado, descrendo o que fez para estabilizar a vítima. Ninguém comentou tanto quanto o fato de que Maria Eduarda, mesmo depois de uma queda daquelas, ainda estava lúcida o suficiente pra falar.
O relato de Rayza ganhou repercussão porque coloca em perspectiva a dimensão real do que aconteceu. Uma jovem caiu de uma altura considerável sem nenhum equipamento de segurança, e a primeira linha de atendimento foi uma enfermeira que estava presente no evento, não uma equipe de resgate. Vou falar uma coisa: a sequência de falhas que antecede esse momento é assustadora.
O caso aconteceu em São Paulo e gerou investigação sobre a empresa responsável pela atividade. O rope jump é uma modalidade em que o praticante pula de uma altura com corda elástica presa ao corpo. Maria Eduarda teria sido lançada sem que o equipamento estivesse conectado corretamente.
Rayza também recordou um trecho específico da conversa que teve com a jovem no chão, um detalhe que, segundo ela, ficou na memória. A enfermeira não estava ali como profissional de plantão, estava como participante do evento, e virou o único suporte médico presente naquele intervalo crítico.
O vídeo com o relato completo de Rayza Dias foi ao ar pela Record e está circulando nas redes. O que ela descreveu, palavra por palavra, é o tipo de coisa que não some fácil da cabeça de quem assiste.






