Malévola desembarcou no Brasil depois de ser presa no Egito e foi direto contar o que aconteceu. Em conversa com a imprensa, a influenciadora disse que policiais egípcios tocaram seus seios durante a detenção. “Eu já viajei por todo o Oriente Médio e nunca passei por isso”, afirmou.
Ela e as amigas que estavam com ela precisaram pagar juntas uma fiança de R$ 8 mil para serem soltas e responderem o processo em liberdade. Nenhuma delas ficou.
A prisão teria sido motivada por vídeos gravados pelas influenciadoras no país. Malévola rebateu a acusação de desrespeito à cultura local: “Não desrespeitamos ninguém”, disse, afirmando que todo o conteúdo foi feito com o consentimento das pessoas envolvidas. Mas o processo segue aberto mesmo com a saída delas do território egípcio.
O relato de abuso é o detalhe mais pesado da história. Ser tocada sem consentimento por agentes do Estado durante uma abordagem policial é uma denúncia séria, e ela fez questão de nomear isso publicamente assim que pôde.
Vou falar uma coisa: virar ré em processo internacional enquanto ainda tenta explicar que o conteúdo era consentido é um nível de complicação que a maioria das viagens não oferece.
A influenciadora não deu detalhes sobre os próximos passos jurídicos, mas o fato de estar no Brasil não encerra o caso. Processo é processo, e esse tem endereço no Egito.






