Nicolas Prattes abriu o jogo sobre a relação com Sabrina Sato numa entrevista recente e entregou um detalhe que a internet achou, digamos, conveniente: o ator já era fã dela desde a época do “Pânico na TV”. Antes de qualquer set de gravação, antes do relacionamento, antes de tudo.
Pra quem não lembra, Sabrina ficou famosa justamente no “Pânico” nos anos 2000, vendendo um tipo específico de carisma que não precisa de maiores explicações. Nicolas era criança ou adolescente na época, e aparentemente prestou atenção.
Ele também falou sobre família e paternidade, incluindo os laços que construiu com Zoe, filha de Sabrina com o ator Duda Nagle, desde o início do relacionamento. E aí veio a coincidência que ele mesmo destacou: descobriu que tinha algo em comum com Zoe numa situação específica que os dois viveram juntos. Não foi detalhado, mas o tom foi de quem achou graça no acaso.
Sobre Duda Nagle, Nicolas não poupou elogios. Disse que a coparentalidade funciona bem e que o ator é presente. Viu um cara elogiar o ex da namorada com esse entusiasmo todo e nem piscou.
Ninguém comentou, mas a trajetória aqui tem uma geometria curiosa: ele admirava ela de longe quando era adolescente, virou par romântico dela na ficção, depois na vida real, e agora cria a filha que ela teve com outro. O algoritmo poderia ter sugerido esse caminho anos antes.
A fala sobre o “Pânico” foi a que mais circulou. Parte da web achou charmoso, parte ficou na vibe de “todo homem diz isso quando é necessário”, e uma terceira parte só quis saber da coincidência com Zoe, que ele citou mas não explicou direito.
Admitir admiração antiga é um gesto que costuma funcionar bem em entrevista. Nicolas entregou, o público recebeu, e Sabrina Sato mais uma vez prova que começou a carreira construindo um tipo de presença que dura décadas. Fã de “Pânico” virou marido. É o tipo de arco que roteirista nenhum aprovaria na primeira reunião.






