Simone Mendes responde processo de R$ 1,3 mi por muro que desabou em Alphaville

Simone Mendes responde processo de R$ 1,3 mi por muro que desabou em Alphaville

O guitarrista do Tihuana, Léo Martinussi, processou Simone Mendes depois que um muro do imóvel dela desabou sobre a propriedade dele em Alphaville, na Grande São Paulo. A ação, movida pela empresa Black Diamond Holding, administrada pelo músico, atribui ao caso o valor de R$ 1,3 milhão.

O episódio aconteceu em 6 de novembro de 2024, durante uma obra no condomínio Tamboré 1. Segundo a petição inicial obtida pelo jornalista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, Léo estava em casa quando ouviu estalos vindos do muro da construção vizinha. A estrutura cedeu pouco depois, e um volume de água, terra, lama e entulho invadiu a propriedade dele.

Vizinho de Simone Mendes virou réu numa história que começa com barulho de estalo e termina com processo judicial milionário. Vai dizer que ninguém checou esse muro antes da obra começar.

A defesa da cantora já se manifestou. O posicionamento veio em resposta à repercussão do caso, mas o valor final de eventual indenização ainda depende de decisão judicial. O R$ 1,3 milhão não é uma condenação já determinada, só o montante que reúne os diferentes pedidos feitos na ação, incluindo reconstrução de estruturas e reparação pelos danos.

O detalhe que chama atenção é a clareza da linha do tempo: obra em andamento, muro cede, propriedade vizinha inundada, processo aberto. A discussão agora é sobre responsabilidade e quanto custa reconstruir o que a lama levou.

Simone Mendes segue sendo um dos maiores nomes do forró pop do país. O muro, por ora, não ajudou a reputação do condomínio.