A defesa de Joelma saiu a campo nesta terça-feira para desmentir o boato de que a cantora teria uma dívida condominial de quase R$ 700 mil referente a uma mansão em Ananindeua, na Grande Belém. E não se esqueceu de puxar Ximbinha pelo colarinho no comunicado.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, os advogados Renato Armoni e Thiago de Sousa Bezerra explicaram que os R$ 697.254,68 que circularam como “dívida” correspondem ao valor atribuído à causa de uma ação judicial já encerrada, envolvendo Joelma e o ex-marido. Processo extinto. Número que não representa nenhum débito real com o condomínio.
O débito que existe de verdade? R$ 1.640,86, referente a dezembro de 2025. Nível de cota condominial atrasada, não de escândalo financeiro.
Só que tem um detalhe que a nota fez questão de deixar explícito: esse valor é de um período em que o imóvel, localizado no condomínio Lago Azul, estava sob a posse de Cledivan, nome civil de Ximbinha, e segundo os advogados, ainda permanece assim. Ou seja, a mansão está no nome de Joelma, o ex mora lá, e o boleto chegou.
Ninguém comentou isso claramente nos rumores que circularam antes, mas a defesa da cantora não deixou passar. A nota é técnica, mas o recado é bastante legível: o débito é da posse de Ximbinha, não da proprietária.
A treta entre os dois arrasta processos e imóvel faz tempo. O divórcio virou litígio, o litígio virou processo extinto, e o processo extinto virou manchete de R$ 700 mil. Olha o nível do telefone sem fio.
A defesa de Joelma fechou a nota reafirmando a propriedade da cantora sobre o imóvel, reconhecida em decisão judicial, e deixando a conta de dezembro na porta de quem estava lá dentro.
Joelma não deve R$ 700 mil. Mas o ex ainda não saiu da casa dela.






