Oliver Tree morreu em um acidente de helicóptero no Rio de Janeiro, e a notícia chegou rápido para quem acompanha a cena musical alternativa. Entre as primeiras a se manifestar publicamente estava Melanie Martinez, ex-namorada do cantor, com uma mensagem que parou a internet.
“Completamente arrasada”, escreveu Melanie no post. A frase curta carregou o peso que palavras longas não dariam conta. Sem drama performático, sem discurso. Só aquilo.
Oliver Tree tinha uma presença difícil de ignorar, tanto musicalmente quanto visualmente. O personagem que construiu ao longo da carreira, com visual exagerado e letras que misturavam humor e vulnerabilidade, rendeu uma base de fãs fiel e um lugar único na cena indie pop dos últimos anos. Não era um artista de passagem.
O acidente aconteceu no Rio de Janeiro, ainda sem detalhes completos sobre as circunstâncias divulgados de forma oficial. A confirmação da morte gerou reações imediatas entre artistas e fãs ao redor do mundo, com homenagens se multiplicando nas redes.
Melanie e Oliver tiveram um relacionamento que ficou relativamente fora dos holofotes para os padrões de dois artistas com audiências grandes. O que ela escolheu escrever agora, em público, foi pouco. E foi suficiente.
Ninguém comentou, mas a brevidade do post dela diz mais sobre o que existiu entre os dois do que qualquer legenda elaborada diria. Uma frase, sem foto conjunta, sem retrospectiva. Arrasada e ponto.
Outros nomes da indústria musical também prestaram homenagens, lembrando o impacto de Oliver Tree na cena alternativa e o legado de um artista que sempre pareceu estar dez passos à frente do próprio personagem.
A web reagiu com o tom que a situação pedia: comentários de comoção, reposts de músicas antigas, vídeos de shows circulando de novo. Um daqueles momentos em que o algoritmo para por um segundo e deixa o luto respirar.
Oliver Tree tinha 31 anos.






